O DNA foi descoberto em 1869 por Johann Friedrich Miescher, que queria determinar os componentes químicos do núcleo celular e usava os glóbulos brancos contidos no pus.
Então, ele descobriu a presença de um composto com uma natureza ácida, uma vê que não era conhecido na época. Esse composto era rico em fósforo e em nitrogênio e foi denominado como nucleína.
Albrecht Kossel mostrou que a nucleína tinha bases nitrogenadas em sua estrutura
Após nove anos, Richard Altmann obteve a nucleína com alto grau de pureza, dando-lhe o nome ácido nucléico. Depois foi descoberto que a degradação do ácido nucléico liberava quatro tipos de bases nitrogenadas, a adenina, guanina, citosina e timina. Tinha-se, até o momento, que a estrutura do ácido nucléico era composto de bases nitrogenadas, um glicídio e de fosfato.
Em 1890, mais observações e pesqueisas foram realizadas, admitindo a conclusão que de acordo com o glicídio que o ácido nucléico possuía, poderia ser ácido ribonucléico ( RNA) ou desoxirribonucléico ( DNA).
Walter Jacobs, em 1912, chegou a conclusão a respeito do nucleotídeo.
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A Genética é a ciência que estuda a transmissão de características entre os descendentes.
Embora alguns cientistas tentaram explicar os processos relacionados à hereditariedade sem obter resultados, os mecanismos da herança biológica só puderam ser compreendidos após a realização dos trabalhos do Gregor Mendel que realizou cruzamentos entre plantas e ervilhas no jardim do Mosteiro, o qual fazia parte. Porém, como os cientistas não estavam adaptados com a estatística das descendência, seu trabalho não foi compreendido e nem valorizado.
Em 1900, após sua morte, Mendel teve seu trabalho reconhecido, pois três cientistas chegaram a mesma conclusão de Mendel, assim passou a ser reconhecido como o fundador da Genética e sua leis também foram reconhecidas, a primeira lei de Mendel ou Mono-Hibridismo, e a segunda lei de Mendel ou Segregação Independente.
Portanto, o estudo da Genética possibilitou ao Ser humano, a prevenção e tratamento de doenças, a substituição de genes doentes por genes não doentes e intervenções terapêuticas definidas, melhoramento animal e vegetal. Também possibilita que a epidemiologia e a toxicologia produzam estratégias para identificar os agentes mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos, os quais ameaçam a saúde dos humanos.
A A doença de Chagas foi descoberta no século XX, quando Carlos Chagas, pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), comunicou a existência de uma nova doença humana.
O agente causador era o Trypanosoma cruzi, e o inseto que o transmitia era o triatomíneo, também conhecido como “barbeiro”.
A descoberta trouxe prestígio ao jovem cientista, o qual foi indicado ao prêmio Nobel duas vezes.
Ele Chamou a atenção para o enfrentamento das endemias do interior, as quais são associadas à pobreza. Assim, gerou uma mobilização que ocuparia, as tribunas da política e das instituições de saúde.
É uma doença que provoca febre baixa e dura muito tempo, o doente pode apresentar também mal estar e falta de apetite. Pode aumentar o baço e o fígado. Nas crianças pode levar até à morte.
Quando a doença está na fase crônica, há alguns pacientes que não apresentam sinal da doença. Já outros podem apresentar palpitação, falta de ar e canseira, tosse e tontura.
Quando o bicho barbeiro pica uma pessoa e suga o sangue dela, ele enche a barriga e faz cocô. Assim, o germe que estava na barriga do barbeiro sai no cocô e e
ntra no buraco da picada. Também quando uma pessoa recebe transfusão de sangue contaminado com o germe de Chagas, ela desenvolve a doença. Uma terceira maneira de uma pessoa desenvolver a doença é se a mãe tiver a doença de Chagas.
Existe um remédio que funciona bem se a doença estiver no início, na fase aguda. O remédio evita que o germe faça muitos estragos no interior da pessoa. Exemplo: Nifurtimox (Lampit) e Benzonidazol (Rochagan, Rodaniz).
O controle populacional do barbeiro é uma forma de
prevenir a doença.
Não existe vacina contra a doença de Chagas, e a melhor maneira de enfrentá-la ainda se dá por meio da prevenção e do controle, combatendo sistematicamente os vetores, mediante o emprego de inseticidas eficazes, construção ou melhoria das habitações para evitar a proliferação dos barbeiros, eliminação dos animais domésticos infectados, uso de cortinados nas casas infestadas pelos vetores, controle e descarte do sangue contaminado pelo parasita e seus derivados.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Biologia
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